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Com sonoridade inspirada no rock dos anos 90, Mad Sneaks, lança novo single "Biocide"

  • Foto do escritor: Maria Correia
    Maria Correia
  • há 17 horas
  • 2 min de leitura

A banda paulistana Mad Sneaks , formada por Agno Dissan, Amaury Johns e Phill Andreas , segue consolidando sua identidade sonora inspirada no rock dos anos 90. Com uma energia visceral e influências que passaram pelo grunge, stoner e rock alternativo , a banda vem construindo uma trajetória marcante na cena underground brasileira.


O trio já trabalhou com Jack Endino e Toby Wright , produtores lendários que ajudaram a moldar o som de bandas como Nirvana, Soundgarden, Alice in Chains, Korn e Slayer . Além disso, os Mad Sneaks também contam com a participação especial de Page Hamilton (Helmet) em uma de suas faixas, reforçando sua conexão com nomes icônicos do rock mundial. No palco, a banda já marcou presença em festivais como PMW (Palmas), Goiânia Noise e ainda abriu o show do Red Fang em São Paulo.


Agora, a Mad Sneaks inicia 2025 com uma série de lançamentos, começando pelo single "Biocide" , uma faixa que traduz bem a essência do grupo. A música nasceu de um processo espontâneo: "Estava praticando guitarra, testando alguns dedilhados, e sem querer surgiu essa introdução. A partir disso, tudo se desenvolveu de forma natural e divertida. Como gostamos de um som barulhento, a segunda parte da música instintivamente tomou um caminho mais rápido e pesado. Esse contraste cria uma experiência sonora bem interessante para quem ouve", comenta a banda.


Curiosamente, "Biocide" foi originalmente composto para ser a última faixa do álbum , mas a estratégia de lançamento de singles permitiu que a banda antecipasse essa canção, uma de suas favoritas para tocar ao vivo. “Estamos ansiosos para lançar-la logo e para que o público crie uma conexão ainda maior com ela nos shows”, afirmam os integrantes.


"Biocide": 


A arte da capa de "Biocide" também tem uma história curiosa. A imagem central é um calango fotografado por Agno Dissan há mais de 15 anos. "Ele já estava morto e seco há muito tempo, mas sua posição criou uma ilusão de ótica, como se estivesse sorrindo. O contraste da imagem conversa muito bem com o tema da música, então decidimos juntar ambas as artes", explica.


A montagem final foi feita por Amaury Johns, responsável por grande parte das capas da banda.


Fonte: Collapse Agency



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